O ouro está a registar valorizações nesta sexta-feira, 11 de Setembro, apoiado pelo reforço de posições, depois de ter cedido quase 2% na sessão anterior. Ainda assim, um dólar mais forte segue a limitar os ganhos do metal amarelo, que caminha para a terceira perda semanal consecutiva.
O ouro soma agora 0,60%, para os 4344,050 dólares por onça, enquanto a prata desliza 0,51%, para os 63,927 dólares por onça.
A pressão sobre a inflação está a aumentar à medida que os combates se intensificam no Médio Oriente, com os dados divulgados na quinta-feira a mostrarem que o índice de preços no produtor (PPI) dos Estados Unidos da América (EUA) subiu 0,4% no mês passado, o maior aumento desde Maio.
Os números “mostraram um agravamento das pressões sobre os preços, parcialmente impulsionado pelos elevados custos da energia, reforçando os receios de que a inflação possa permanecer persistente”, disse à Bloomberg Manav Modi, da Motilal Oswal Financial Services Ltd.
As hostilidades intensificaram-se nas últimas semanas, com os EUA a atacarem petroleiros iranianos, a República Islâmica a lançar mísseis contra uma base aérea na Jordânia e os Houthis no Iémen, apoiados por Teerão, a atacarem infra-estruturas da Arábia Saudita.
Os investidores estarão agora atentos à divulgação do índice de preços no consumidor (CPI) dos EUA, que será divulgado mais tarde nesta sexta-feira, à procura de novas pistas sobre a política monetária da Fed antes da reunião do banco central, marcada para 14 e 15 de Setembro. Actualmente, os traders atribuem uma probabilidade de cerca de 70% de uma subida das taxas directoras, factor que costuma pressionar o metal amarelo, que não rende juros.



























































