A organização não governamental (ONG) internacional Light For The World vai investir 1,8 milhão de dólares, durante três anos, no apoio a actividades económicas de pessoas com deficiência em Moçambique. A iniciativa, centrada nos sectores da agricultura, aquacultura e pesca artesanal, prevê beneficiar 2500 pessoas, criando oportunidades para o desenvolvimento de actividades geradoras de rendimento e para a melhoria das suas condições de vida.
Segundo o presidente da Light For The World em Moçambique, Zacarias Zicai, o financiamento será implementado com o apoio do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), no âmbito do projecto SPARK II-ESA, que promove a inclusão económica de pessoas com deficiência através do acesso a oportunidades de negócio, financiamento e cadeias de valor nos sectores da agricultura e da pesca.
Além de Moçambique, o projecto será implementado no Maláui e no Zimbabué, prevendo alcançar 7 500 beneficiários nos três países. A iniciativa pretende apoiar pessoas com deficiência na criação e desenvolvimento de actividades económicas sustentáveis, com foco em sectores capazes de gerar emprego e rendimento.
Em Moçambique, os 1,8 milhão de dólares serão destinados ao financiamento de actividades económicas e ao reforço das cadeias de valor nos sectores da agricultura, aquacultura e pesca artesanal, com o objectivo de facilitar o acesso aos mercados e promover rendimentos sustentáveis.
A meta nacional, afirmou Zacarias Zicai, “é alcançar 2500 pessoas com deficiência durante os três anos”.
Por seu turno, o director-executivo do Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD), Cladoaldo Castiano, considerou a iniciativa positiva e defendeu a sua expansão para outras províncias do País. “Para nós, é muito positivo. Esperamos que esta nova fase crie ainda mais impacto”.
O projecto deverá, assim, contribuir para reforçar a inclusão económica das pessoas com deficiência e a sua participação nas actividades produtivas, através do apoio a actividades nos sectores da agricultura, aquacultura e pesca artesanal.
Fonte: Lusa


























































