A Academia Nacional de Ciências Aeronáuticas (ACA) prevê investir 34 milhões de dólares na modernização e expansão das suas infra-estruturas de formação no País.
A Academia de Aviação Civil (ACA) prevê investir 34 milhões de dólares na modernização das suas infra-estruturas, incluindo a requalificação das actuais instalações, a construção de um campus universitário e de um hotel.
O investimento foi anunciado pelo director-geral da ACA, Tuaha Mote, durante uma intervenção realizada nesta quarta-feira, 2 de Setembro, na Feira Internacional de Maputo (FACIM 2026), dedicada ao futuro da formação na aviação civil.
“O total do investimento que nós temos é de 34 milhões de dólares. Que envolve o campus universitário com todas as suas funcionalidades e o hotel”, afirmou Mote.
A execução do projecto será faseada, com a primeira intervenção prevista para este ano e centrada na requalificação do actual edifício da Academia. O objectivo é criar condições para iniciar a formação de pilotos e assistentes de bordo.
“Este ano, vamos, se tudo correr bem, iniciar a requalificação do edifício onde nós estamos. Preparar salas para iniciar a formação de pilotos e assistente de bordo”, explicou.
Além das obras, a ACA prevê adquirir um simulador de controlo de tráfego aéreo, num investimento cujo financiamento, segundo Mote, já está garantido. A instituição deverá lançar um concurso internacional para a aquisição do equipamento.
“A questão do simulador de controlo de tráfego aéreo também já temos o financiamento garantido”, revelou.
Para acelerar a execução dos projectos, a Academia está igualmente disponível para estabelecer parcerias com o sector privado e outras entidades públicas.
“Estamos abertos à modalidade de parceria com o privado, e público-público”, disse Mote.
A modernização pretende reforçar a capacidade nacional de formação aeronáutica e aproximá-la dos padrões internacionais, reduzindo a necessidade de Moçambique enviar profissionais para formação no exterior.
Na mesma ocasião, a ACA anunciou que mantém como meta formar e colocar no mercado 790 profissionais até 2030, abrangendo áreas como pilotagem, controlo de tráfego aéreo, operações aeroportuárias e assistência de bordo.
Texto: Germano Ndlovo



























































