A qualidade do descanso noturno pode ser um factor determinante para a disposição e eficiência no ambiente de trabalho. Porém, ainda que muitas pessoas possam estar focadas na hora de acordar, um estudo aponta que é a hora de dormir que pode regular a qualidade do sono.
De acordo com uma pesquisa destacada pela Inc. Magazine, os profissionais que dormem apenas cinco ou seis horas apresentam uma redução de 19% na eficiência. No entanto, a quebra de desempenho pode atingir 30% quando o sono é limitado a apenas cinco horas por noite.
O estudo em questão foi realizado pela revista científica Sleep e demonstra que diversos factores, desde o ronco até à sonolência excessiva, estão directamente ligados à queda de rendimento durante o expediente. Entre os problemas relacionados com o descanso, a pesquisa aponta a insónia como a dificuldade com maior impacto negativo na produtividade.
Assim, o descanso adequado funciona como um mecanismo que regula e prepara o corpo para enfrentar as tarefas profissionais diárias. Além disso, a má qualidade do sono pode tornar as pessoas mais propensas a iniciar negócios motivadas por impulsos momentâneos. O resultado é que a falta de descanso adequado faz com que o cérebro tenha mais dificuldade em identificar se uma ideia é boa ou má.
O cálculo do descanso para a produtividade
Em paralelo, a Inc. Magazine indica que não existe uma quantidade exacta de sono, entre seis e oito horas, que garanta um bom descanso para todas as pessoas. Inclusive, a preocupação em atingir um determinado número de horas de sono pode ter um efeito negativo, dificultando o processo natural de adormecer.
Isso acontece porque o estado de alerta provocado pela pressão para dormir impede que o cérebro atinja os níveis de relaxamento necessários para o sono. Assim, é importante eliminar a cobrança por uma “noite perfeita”, permitindo que a mente mantenha o foco e a agilidade nas tarefas do dia seguinte.





























































