O Serviço Nacional de Migração em Tete repatriou 59 cidadão etíopes e malauianos em situação ilegal no primeiro semestre do ano em curso, segundo anunciou o porta-voz da instituição, José Xavier. Entre os repatriados constam 57 cidadãos etíopes e dois malauianos, que entraram ilegalmente no País através dos distritos fronteiriços com o Maláui, a Zâmbia e o Zimbabué.
De acordo com José Xavier, os cidadãos estrangeiros foram interceptados durante acções de fiscalização realizadas nos distritos próximos das fronteiras com os países vizinhos.
“Depois de concluídos todos os procedimentos com as outras instâncias, chega o dia do seu repatriamento”, afirmou o responsável.
O porta-voz apelou às comunidades para colaborarem com as autoridades, denunciando a presença de estrangeiros em situação irregular naquela região, com o objectivo de combater a imigração ilegal.
“Apelamos aos estrangeiros para legalizarem a sua situação em Moçambique”, acrescentou José Xavier.
A 30 de Julho, o Presidente da República, Daniel Chapo, pediu ao Serviço Nacional de Migração para “intensificar o controlo migratório e o combate à imigração ilegal nos postos fronteiriços, com recurso a tecnologias modernas e formação permanente dos membros da força paramilitar”.
Moçambique partilha extensas e porosas fronteiras com seis países da África Austral: Maláui, Zâmbia, Zimbabué, Tanzânia, África do Sul e Essuatíni. O País enfrenta desafios significativos no controlo das entradas não autorizadas.
Fonte: Lusa



























































