O Tribunal Administrativo pretende reforçar a sua capacidade de resposta, apostando em decisões tomadas com rigor e celeridade, serviços técnicos e administrativos mais modernos e uma fiscalização financeira mais eficaz. A visão foi apresentada esta segunda-feira (29) pela presidente do Tribunal Administrativo, Ana Maria Bié.
A responsável falava em Maputo, após conferir posse a 16 quadros do Tribunal Administrativo e do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ). Na ocasião, defendeu uma instituição preparada para responder aos desafios do futuro, assente na excelência, na inovação e na melhoria contínua.
“Temos o dever de preparar o Tribunal Administrativo para o futuro, reforçando continuamente a sua capacidade de resposta e consolidando uma cultura assente na excelência, na responsabilidade, na inovação e na melhoria contínua”, afirmou Ana Maria Bié.
A presidente explicou que essa visão passa pelo fortalecimento do desempenho da instituição em diferentes áreas. “Queremos um tribunal que decida com rigor e celeridade, que exerça uma fiscalização financeira cada vez mais qualificada e eficaz, que disponha de serviços técnicos e administrativos modernos e eficientes”, declarou.
Segundo Ana Maria Bié, as nomeações fazem parte de uma estratégia de desenvolvimento institucional destinada a preparar o Tribunal Administrativo e o CSMJ para “um novo ciclo da sua história”, caracterizado por uma organização mais dinâmica, maior coordenação entre as unidades orgânicas, lideranças mobilizadoras e processos de decisão mais céleres.
Dirigindo-se aos empossados, a presidente afirmou: “Espera-se de vós um exercício de funções pautado pela competência técnica, pela integridade, pelo rigor, pela lealdade institucional e pelo elevado sentido de responsabilidade. Espera-se igualmente capacidade de iniciativa, espírito de colaboração e permanente disponibilidade para aperfeiçoar métodos de trabalho e encontrar soluções que reforcem a qualidade dos serviços prestados.”
Ana Maria Bié apelou ainda a um “compromisso permanente” com a excelência e o prestígio da instituição, defendendo que esse compromisso deve ir além do simples cumprimento das tarefas. Acrescentou que todos integram o mesmo projecto institucional, orientado para servir a justiça, assegurar a legalidade, promover a boa gestão dos recursos públicos e reforçar a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado.
“A exigência é clara: garantir serviços de suporte eficientes, rigorosos, de elevada qualidade e, no âmbito das suas atribuições, contribuir para um objectivo comum: assegurar que o Tribunal Administrativo desempenhe as suas competências com rigor, eficiência e credibilidade”, concluiu Ana Maria Bié.




























































