A Meta implementou globalmente as definições de conteúdo para utilizadores com 13 anos ou mais, concebidas para garantir que os jovens visualizam apenas conteúdos adequados à sua idade. Inspirado nos critérios de classificação cinematográfica, o sistema passa a ocultar automaticamente conteúdos considerados impróprios no Feed e nos Reels, limitando igualmente as interacções com perfis, páginas e grupos que publiquem material inadequado.
No Messenger, as restrições abrangem também a visualização de ligações e conversas com contas que partilhem conteúdos impróprios. Paralelamente, a Meta está a expandir os sistemas de verificação etária baseados em Inteligência Artificial (IA), capazes de analisar perfis, publicações, legendas e determinados indícios visuais para identificar contas pertencentes a menores que indiquem uma idade superior à real.
Segundo a empresa, a tecnologia não recorre ao reconhecimento facial, mas baseia-se em padrões gerais para estimar a idade dos utilizadores. Os mecanismos serão igualmente aplicados aos Reels, transmissões em directo e grupos, reforçando a capacidade de detecção e remoção de contas pertencentes a menores.
A empresa introduziu ainda alertas destinados aos pais, incentivando-os a utilizar o modo de supervisão no Instagram. Sempre que um adolescente efectuar pesquisas repetidas relacionadas com suicídio ou automutilação num curto espaço de tempo, os encarregados de educação serão notificados.
A Meta reuniu igualmente todas as ferramentas de supervisão no Family Center, uma plataforma que permite aos pais acompanhar a actividade dos adolescentes no Instagram, Facebook, Messenger e Meta Horizon. A empresa prevê disponibilizar futuramente uma funcionalidade que apresente o tempo total agregado de utilização das diferentes plataformas.
No YouTube, os pais podem estabelecer limites de tempo para o feed de Shorts, activar lembretes para a hora de deitar e configurar avisos para pausas regulares. Para crianças com menos de 13 anos, o YouTube Kids mantém-se como a opção recomendada, enquanto os adolescentes podem recorrer a Contas Supervisionadas com níveis de conteúdo adequados à respectiva faixa etária
Paralelamente, a Google anunciou recomendações e ferramentas destinadas a ajudar as famílias a gerir o tempo de ecrã. Os controlos parentais integrados no sistema Android estão agora disponíveis em todos os equipamentos compatíveis, permitindo definir limites de utilização, bloquear o telemóvel durante a noite e controlar o acesso a aplicações através de um código PIN.
A solução inclui igualmente acesso ao Google Family Link, serviço que disponibiliza funcionalidades adicionais, como horários escolares e alertas de localização.
No YouTube, os pais podem estabelecer limites de tempo para o feed de Shorts, activar lembretes para a hora de deitar e configurar avisos para pausas regulares. Para crianças com menos de 13 anos, o YouTube Kids mantém-se como a opção recomendada, enquanto os adolescentes podem recorrer a Contas Supervisionadas com níveis de conteúdo adequados à respectiva faixa etária.
A empresa destacou ainda ferramentas educativas, como as AI Quests, destinadas ao ensino da literacia em IA, e a funcionalidade de Aprendizagem Orientada do Gemini, que auxilia pais e filhos na exploração de disciplinas como a matemática e as ciências.
A Google incentiva igualmente as famílias a complementarem o tempo de ecrã com actividades offline. Entre os exemplos apresentados encontram-se projectos manuais inspirados em conteúdos do YouTube Kids, actividades ao ar livre apoiadas pelo Gemini e experiências científicas simples realizadas com materiais de uso doméstico.
Fonte: Sapo


























































