O projecto Mozambique LNG, liderado pela TotalEnergies na província de Cabo Delgado, recebeu em Afungi representantes de associações empresariais e câmaras de comércio, numa visita às instalações que permitiu acompanhar de perto o progresso das actividades em curso. A iniciativa insere-se no acompanhamento regular da evolução do projecto, lê-se num comunicado citado pelo Club of Mozambique.
Durante a visita, os representantes do sector empresarial tiveram contacto directo com as obras no terreno, observando as diferentes frentes de execução. O objectivo foi proporcionar uma visão mais próxima e concreta do estado actual do projecto em Afungi.
Segundo o projecto, a iniciativa reforça o compromisso com o conteúdo local, ao criar mais oportunidades para a participação de empresas moçambicanas no desenvolvimento das actividades. Esta abordagem pretende fortalecer a integração do tecido empresarial nacional na cadeia de valor do projecto.
O Mozambique LNG emprega actualmente mais de seis mil trabalhadores no terreno, num momento em que as obras atingem cerca de 42% de execução, estando o arranque da produção previsto para 2029. Estes dados reflectem o nível actual de implementação do empreendimento.
De acordo com informações divulgadas pelo projecto, o presidente executivo da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, afirmou durante a apresentação dos resultados do primeiro trimestre de 2026 que o empreendimento continua a registar progressos significativos, sublinhando o impacto da recente retoma das actividades.
Patrick Pouyanné acrescentou que a retoma das operações, em Janeiro, reforça a importância estratégica do Mozambique LNG no portefólio global da empresa. O projecto, avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares, é considerado um dos principais pilares da estratégia de diversificação energética da TotalEnergies.
O responsável destacou ainda que o investimento em Moçambique responde ao aumento da procura global por fontes de energia mais seguras e diversificadas, podendo posicionar o País como um dos principais pólos energéticos de África nas próximas décadas.



























































