Os principais índices asiáticos fecharam a sessão desta segunda-feira, 1 de Junho, em alta e fixaram novos máximos históricos, à medida que os investidores reforçaram posições em cotadas ligadas à área da Inteligência Artificial (IA). Isto num dia em que uma subida dos preços do crude, aliada ao facto de os Estados Unidos da América (EUA) e o Irão não terem ainda chegado a um entendimento para um acordo que prolongue o cessar-fogo, limitou os ganhos. Pela Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 seguem a deslizar 0,10%.
Por Taiwan, o TWSE ganhou 1,35% e atingiu um novo máximo histórico de 45 931,10 pontos. Já pela China, o Hang Seng de Hong Kong somou 0,73%, enquanto o Shanghai Composite cedeu 0,36%. Na Coreia do Sul, o Kospi pulou 4,32% e atingiu um novo recorde de 8874,16. Já quanto ao Japão, o Nikkei avançou 1,11%, atingindo um novo recorde de 67 231,28 e o Topix contrariou a tendência com uma queda de 0,30%.
O optimismo dos investidores no que toca à IA foi impulsionado pela entrada da Nvidia no mercado de portáteis Windows, com a gigante tecnológica a enfrentar a Intel e a Advanced Micro Devices neste mercado.
Por outro lado, o SoftBank Group disparou mais de 14% e atingiu uma capitalização bolsista de mais de 263 mil milhões de euros, tornando-se na empresa com o maior market cap do Japão, ultrapassando a Toyota ao fim de 20 anos.
Ainda assim, a recuperação do petróleo na segunda-feira, após ter registado a queda mensal mais acentuada em mais de seis anos, está a reavivar preocupações com a inflação impulsionada pela subida dos preços da energia. “O mercado da IA continua, portanto, firmemente no centro das atenções, embora dificilmente necessite de atenção adicional, dada a extraordinária evolução dos preços”, disse à Bloomberg Chris Weston, do Pepperstone Group.
Entre os movimentos do mercado, acções de empresas de software asiáticas registam uma subida, acompanhando os ganhos das congéneres norte-americanas, que foram desencadeados após a Workday e a Google Cloud terem anunciado uma parceria alargada para integrar ainda mais a Sana e outros agentes de IA nas operações de recursos humanos e financeiras.



















































