Cerca de 70 participantes nacionais e internacionais reuniram-se esta quinta-feira (7), em Maputo, para reflectir sobre os desafios da reconciliação e da unidade nacional em Moçambique, num encontro que juntou membros da Comissão Técnica para o Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), especialistas, representantes do Governo, sociedade civil, líderes religiosos, académicos, jovens e parceiros de cooperação, com o objectivo de discutir soluções para o reforço da paz, da coesão social e do diálogo inclusivo no País.
Intervindo em representação da União Europeia, Inês Pestana reafirmou o compromisso da organização com a consolidação da paz, democracia e direitos humanos em Moçambique, destacando o apoio contínuo da União Europeia aos diferentes processos de paz no País.
Segundo a representante, a União Europeia (UE) considera fundamental que o processo de reconciliação seja conduzido de forma inclusiva, participativa e alinhada com as aspirações dos moçambicanos.
“A UE apoia técnica e financeiramente o Diálogo Nacional Inclusivo porque acreditamos numa abordagem nacional, inclusiva e participativa à reconciliação, que responda às aspirações do povo moçambicano por governação democrática, segurança, desenvolvimento sustentável e uma economia mais inclusiva”, afirmou.
Inês Pestana sublinhou ainda que iniciativas como estas desempenham um papel importante no aprofundamento do debate técnico sobre reconciliação e unidade nacional, contribuindo com propostas concretas e baseadas em evidências para alimentar o processo do Diálogo Nacional Inclusivo.
O encontro foi organizado pelo Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), no âmbito do programa PRO-PAZ – Cultura para Promoção da Paz, Reconciliação e Coesão Social e do programa Infra-estruturas de Paz, em coordenação com a COTE e o Grupo de Trabalho sobre Reconciliação e Unidade Nacional do Diálogo Nacional Inclusivo.



























































