A corrupção é um problema global, mas a sua intensidade varia significativamente de país para país. Todos os anos, a Transparência Internacional avalia a percepção da corrupção no sector público em 182 países e territórios, classificando o nível de integridade da governação em todo o mundo.
Em África, apesar dos desafios persistentes, alguns países apresentam bons desempenhos. As Seicheles ocupam o primeiro lugar no continente, com uma pontuação de 68 e a 24.ª posição a nível mundial. Cabo Verde surge logo a seguir, com 62 pontos (35.º lugar global), seguido do Botsuana, com 58 pontos (41.º).
Os dez países africanos menos corruptos, segundo o ranking mais recente, são:
1. Seicheles (68 pontos)

Com 68 pontos e a 24.ª posição mundial, as Seicheles lideram o ranking africano, reflectindo instituições fortes, estabilidade política e governação eficaz. O turismo sustenta a economia, apoiado pela pesca e serviços financeiros.
2. Cabo Verde (62 pontos)

Com 62 pontos e o 35.º lugar global, Cabo Verde destaca-se pela governação democrática, estabilidade institucional e disciplina macroeconómica.
3. Botsuana (58 pontos)

O Botsuana obteve 58 pontos, ocupando a 41.ª posição mundial, graças à estabilidade política e à boa gestão das receitas dos diamantes, embora enfrente desafios como o desemprego e a dependência da mineração.
4. Ruanda (58 pontos)

Também com 58 pontos e 41.º lugar global, o Ruanda é reconhecido pela eficiência das políticas públicas, forte capacidade do Estado e foco na responsabilização e no desenvolvimento.
5. Maurícia (48 pontos)

Com 48 pontos e 61.º lugar, Maurícia beneficia de um sólido enquadramento legal e de uma economia diversificada, apesar de enfrentar crescentes pressões económicas.
6. Namíbia (46 pontos)

A Namíbia alcançou 46 pontos e a 65.ª posição, destacando-se pela estabilidade política, governação democrática e independência do sistema judicial.
7. Senegal (46 pontos)

Também com 46 pontos e 65.º lugar, o Senegal sobressai como uma democracia relativamente estável na África Ocidental, apoiado por investimentos em infra-estruturas e reformas económicas.
8. Benim (45 pontos)

Com 45 pontos e a 70.ª posição mundial, o Benim tem registado progressos em reformas económicas, apesar de persistirem preocupações em matéria de governação.
9. Costa do Marfim (43 pontos)

A Costa do Marfim obteve 43 pontos e ocupa a 76.ª posição, impulsionado por um forte crescimento económico baseado na agricultura, infra-estruturas e indústria.
10. Gana (43 pontos)

Com 43 pontos e também no 76.º lugar, o Gana mantém um bom histórico democrático, embora enfrente dificuldades económicas ligadas à reestruturação da dívida e à inflação elevada.
Fonte: Business Insider Africa

























































