Os principais índices asiáticos fecharam a sessão com uma maioria de ganhos, num dia de negociações reduzidas devido ao fecho das bolsas tanto pela China, como por Hong Kong e pela Austrália e Tailândia.
Pelo Japão, o Topix ganhou 0,22%. O Nikkei seguiu a mesma tendência e subiu 0,73%. Já por Taiwan, o TWSE recuou 1,82%, enquanto pela Coreia do Sul o Kospi pulou 1,37%.
Os investidores mantiveram-se atentos aos desenvolvimentos no Médio Oriente e depositaram as suas esperanças numa desaceleração do conflito, após uma notícia indicar que mediadores iranianos fizeram um pedido de última hora para um cessar-fogo de 45 dias. O índice regional MSCI Ásia-Pacífico subiu 0,5%, com as acções das cotadas coreanas de semicondutores como a Samsung (+3,79%) e SK Hynix (+0,80%) a liderarem as subidas.
As ameaças de Donald Trump ao Irão durante o fim-de-semana e relatos de que as negociações ainda estão em curso entre Washington e Teerão foram os principais pontos de foco dos mercados, assim como a flutuação dos preços do crude, que se encontram a valorizar nesta manhã e acabaram por reduzir parte dos ganhos.
“Se o mercado considerar que o pior cenário possível no Estreito de Ormuz ainda pode ser evitado, os mercados asiáticos podem recuperar mesmo com o petróleo em alta”, disse à Bloomberg Charu Chanana, do Saxo Markets.
Pela região, as bolsas também subiram em Singapura e no Vietname, enquanto as das Filipinas e da Indonésia recuaram.
Entre os movimentos do mercado, a T&D Holdings perdeu quase 7% e chegou a registar a maior queda intradiária desde Abril de 2025, depois de a seguradora japonesa ter anunciado o seu novo plano de médio prazo. Já as acções da Pan Pacific International pularam mais de 3%, depois de a empresa ter anunciado que irá adquirir a cadeia de supermercados Olympic Group através de uma troca de acções.

























































