OKR é a sigla de “Objectives and Key Results”, ou “Objectivos e Resultados-Chave” em tradução literal, e é um termo utilizado para se referir a uma metodologia de planeamento de metas e definição de indicadores.
Segundo o portal Mais Retorno, esta prática ganhou força entre empresas do Vale do Silício, na Califórnia, EUA, no final dos anos 1990 e, desde então, espalhou-se pelo mundo.
Basicamente, a metodologia OKR funciona da seguinte forma: a empresa deve definir objectivos, que, por sua vez, serão medidos por um conjunto de resultados-chave.
Assim, os objectivos devem consistir em descrições qualitativas do que a empresa deseja ou precisa de alcançar, ou seja, as suas metas. E o conjunto de resultados-chave consiste em métricas e indicadores que ilustram o avanço em relação aos objectivos estabelecidos.
Deste modo, a metodologia OKR tem como propósito auxiliar a empresa na definição de objectivos e na monitorização do seu progresso, ao mesmo tempo que cria um alinhamento dentro da organização.
Podendo ser definida como um modelo de gestão com foco em resultados, esta metodologia propõe-se gerar um elevado grau de entusiasmo entre os colaboradores, para alcançar rapidamente os objectivos propostos. E, diferentemente de outros métodos tradicionais de definição de objectivos e indicadores, os OKR podem ser reavaliados e, se necessário, redefinidos.
Segundo o CoBlue, a metodologia OKR é a resposta que as maiores e mais bem-sucedidas empresas do mundo actual (como Google, Netflix, Spotify, BMW, LinkedIn, etc.) apostam como guia para sobreviverem no mercado.
Ao focar em resolver problemas como alinhamento estratégico, comunicação entre as áreas do negócio, envolvimento dos colaboradores, senso de propósito e falta de foco, o OKR deixa as empresas mais preparadas para sobreviver e prosperar.
Fonte: Mais Retorno
























































