O ouro está a negociar com desvalorizações contidas esta manhã, pressionado por um dólar mais forte, à medida que os “traders” aguardam pela divulgação dos dados sobre o emprego do lado de lá do Atlântico, que poderão ajudar a perceber qual será o rumo da política monetária na maior economia mundial.
Nesta linha, o metal amarelo perde agora 0,07%, para os 4473,510 dólares por onça, afastando-se do seu último recorde de 4549,71 dólares por onça, atingido a 29 de Dezembro.
O ouro segue pressionado numa semana em que a Bloomberg irá reajustar o seu índice de matérias-primas, um ajuste periódico das ponderações das “commodities” para manter o índice alinhado com as condições do mercado.
Em relação aos dados sobre o emprego pela maior economia mundial, analistas esperam um crescimento modesto de 60 mil postos de trabalho e uma ligeira queda na taxa de desemprego, de 4,6% para 4,5%.
Apesar das recentes quedas, os preços do metal amarelo poderão atingir os 5 mil dólares por onça no primeiro semestre de 2026, devido, em grande parte, ao aumento dos riscos geopolíticos, segundo analistas do HSBC.
Ao contrário do ouro, a prata soma 0,98%, para os 77,753 dólares por onça. O metal branco está agora a caminho de registrar um aumento semanal de mais de 6%.



























































