Ser afastado(a) de um processo de recrutamento é uma experiência comum, mas que pode afectar a confiança de qualquer pessoa. No entanto, uma rejeição não significa que não tenha valor ou que a empresa não o(a) queira considerar no futuro.
Pelo contrário: voltar a candidatar-se pode ser uma excelente estratégia, desde que seja feita de forma inteligente.
Entenda quando e porque deve fazer uma recandidatura, e quais os passos para aumentar as suas hipóteses de ser finalmente escolhido(a).
Uma rejeição não define o seu potencial
Não ter sido seleccionado(a) anteriormente não significa que estivesse longe de conseguir a vaga. Muitas decisões de recrutamento são tomadas com base em detalhes, na adequação ao momento ou até na comparação com outros candidatos(as) muito semelhantes.
Ter chegado à entrevista é um excelente indicador
Se o seu Curriculum Vitae chamou a atenção e o(a) levou à entrevista, isso mostra que o seu perfil corresponde, em grande parte, ao que a empresa procura. Se foi relevante uma vez, pode voltar a ser.
Já conhece a cultura e o ambiente da empresa
Uma recandidatura traz uma vantagem que muitos candidatos(as) não têm:
- Familiaridade com os valores da organização;
- Noção do ambiente de trabalho;
- Percepção do nível de formalidade;
- Contacto prévio com a equipa.
Este conhecimento pode ajudá-lo(a) a preparar-se melhor para o novo processo.
As empresas valorizam interesse e persistência
É raro uma empresa rejeitar alguém por se recandidatar. Desde que a primeira candidatura não tenha deixado uma impressão negativa, a recandidatura pode ser vista como:
- Motivação;
- Identificação com a empresa;
- Resiliência;
- Vontade genuína de integrar a equipa.
O processo de recrutamento pode ser completamente diferente
- Recrutadores(as), prioridades, responsabilidades e equipas mudam frequentemente;
- A recusa anterior pode ter tido causas que já não existem;
- A nova vaga pode agora ser a oportunidade ideal.
Fonte: Sapo
























































