Criada por Bill Smith, engenheiro da Motorola na década de 1980, a “six sigma” é um conjunto de práticas cujo objectivo é reduzir instabilidades nos processos e procedimentos de uma empresa.
A sua principal característica é a procura contínua pelo aperfeiçoamento, alcançada através da diminuição do desvio padrão — uma medida que indica o grau de variação de um conjunto de valores em relação à sua média.
Deste modo, os processos tornam-se mais uniformes entre si, reduzindo as hipóteses de ocorrência de defeitos e aumentando, consequentemente, a satisfação dos clientes.
Além disso, a implementação da “six sigma” promove o aumento da produtividade, melhora a margem de lucro e contribui para a redução de diversos custos no processo produtivo. Esta metodologia impulsiona ainda uma cultura de melhoria contínua que beneficia todos os sectores da empresa.
Diferença entre a “six sigma” e a metodologia “lean”
A principal diferença entre a “six sigma” e a metodologia “lean” está nas práticas utilizadas para aumentar a lucratividade e a produtividade de uma empresa.
Enquanto o “lean” combate todas as formas de desperdício, o “six sigma” procura reduzir o desvio padrão de modo a diminuir defeitos e variações nos serviços, processos e produtos.
Apesar de terem o mesmo objectivo final, as abordagens diferem, pois cada metodologia apoia-se em tipos de informação distintos para alcançar resultados.
Para além do objectivo, ambas as metodologias são semelhantes na forma como podem ser incorporadas por profissionais de qualquer área e nível hierárquico da empresa, sendo altamente eficazes quando centradas nas necessidades do cliente. O mais recomendado, em ambos os casos, é a criação de uma cultura de melhoria contínua.
Fonte: RD Station





























































