As ervilhas amarelas são iguarias muito utilizadas nas cozinhas escandinava e indiana. Do ponto de vista de sabor, são mais suaves e parecidas com um cereal em comparação com as ervilhas verdes.
Esta característica prende-se com o facto de as ervilhas amarelas conterem menos clorofila do que as verdes, que é o pigmento que lhes é habitualmente associado. Após cozinhadas, têm uma textura cremosa e perdem mais a sua forma do que as ervilhas verdes, sendo boas para fazer pratos de purés e sopas.
As ervilhas amarelas podem ser compradas inteiras ou partidas, sendo que, neste último caso, é-lhes removida a casca e o “embrião”, o que lhes confere uma textura ainda mais cremosa após a confecção.
Assim, apesar de serem mais fáceis de digerir e de necessitarem de menos tempo de confecção, é esperado que os seus teores em fibras e em alguns nutrientes possam ser um pouco mais baixos, em comparação com as ervilhas inteiras.
Quais os benefícios?
Do ponto de vista nutricional, são uma fonte de proteína vegetal e de fibra, fornecendo ainda quantidades relevantes de cálcio, ferro, magnésio, selénio e folato, entre outros. Apesar de conterem alguns hidratos de carbono, os mesmos são de absorção lenta, pelo que o índice glicémico das ervilhas amarelas é baixo.
Quanto aos benefícios para a saúde, o consumo regular de ervilhas, como leguminosas, contribui para reduzir os níveis de pressão arterial, de colesterol e de inflamação, que estão associados ao risco de doença cardiovascular.
Por outro lado, pela sua riqueza em fibra, as ervilhas promovem a saciedade e níveis de glicemia mais adequados após a refeição, sendo por isso úteis em casos de excesso de peso e obesidade, assim como de diabetes.
Adicionalmente, existem ainda benefícios para a melhoria do trânsito intestinal em casos de obstipação, dado o seu efeito prebiótico.
Alguns estudos associam também os fitoquímicos presentes nas ervilhas a um efeito antioxidante que contribui para a prevenção de alguns tipos de cancro, como o do cólon.
Qual a quantidade a consumir?
Em relação à frequência ideal do seu consumo, recomenda-se, no geral, a inclusão de, pelo menos, três porções de leguminosas por semana nas sopas – o equivalente a três colheres de sopa secas ou frescas cozinhadas -, em refeições ou em snacks.
Fonte: Sapo



























































