O mundo dos smartphones dobráveis tem andado ao rubro, com cada vez mais marcas a tentarem encontrar a ‘fórmula mágica’ que una inovação, desempenho e um design realmente prático.
A Samsung, que lidera este segmento, volta à carga com o novo Galaxy Z Fold7, mais fino e mais leve. Tem penas 8,9 mm de espessura quando fechado e 215 gramas de peso.
Comparado com os seus antecessores, é uma redução significativa que aproxima este modelo de um smartphone tradicional. E essa diferença sente-se no dia-a-dia, por ser mais confortável no bolso e mais equilibrado na mão. O limite estará perto de ser alcançado e está na porta USB.
Grande parte deste novo visual deve-se à nova dobradiça, agora mais pequena e discreta. Além de contribuir para o design mais elegante, tem um papel essencial naquilo que era um dos principais ‘calcanhares de Aquiles’ dos dobráveis: o vinco no ecrã, que agora está praticamente invisível, tanto à vista como ao toque, o que significa uma experiência mais imersiva, seja para ver vídeos, jogar ou trabalhar em multitarefas.
O ecrã exterior também recebeu melhorias. Com 6,5 polegadas e proporções mais próximas de um telemóvel normal, é finalmente prático para quase tudo. As suas dimensões permitem estar perto de um modelo tradicional, revelando assim a polivalência deste formato diferente do habitual.
A Samsung, que lidera este segmento, volta à carga com o novo Galaxy Z Fold7, mais fino e mais leve. Tem penas 8,9 mm de espessura quando fechado e 215 gramas de peso
Por dentro, o Fold7 também não desilude. O centro deste smartphone dobrável é o novo Snapdragon 8 Elite, um processador que parece ter sido pensado para este tipo de dispositivos. É potente, eficiente e preparado para o multitasking extremo. Com 12 GB de RAM, a fluidez é total, mesmo quando se têm várias aplicações abertas em simultâneo no ecrã principal.
A interface One UI 8, baseada no Android 16, também tem aqui destaque. Está mais refinada, com melhorias importantes na barra de tarefas, nos gestos e na forma como tudo se adapta a este formato dobrável.
No campo da autonomia, a bateria consegue aguentar quase dois dias de uso moderado, o que é impressionante para um dispositivo com dois ecrãs e tanta capacidade.
Durante algum tempo, a linha Fold teve de aceitar um sistema de câmaras que ficava atrás da linha Galaxy S. Isso acabou com estes novos modelos.
O Galaxy Z Fold7 estreia um sensor principal de 200 MP, uma ultra grande-angular de 12 MP e uma teleobjectiva de 10 MP com zoom óptico de 3x. Tudo junto, oferece um desempenho fotográfico digno de qualquer topo de gama actual.
Mas há mais pontos de destaque neste smartphone. Graças ao formato dobrável, é possível usar o modo Flex para captar fotos estáveis ou tirar selfies de altíssima qualidade com as câmaras principais.
É o tipo de versatilidade que só um dobrável pode oferecer e que, até agora, não estava a ser aproveitada a este nível.
Fonte: Sapo























































