As autoridades informaram neste sábado (19) que o navio de grandes dimensões, ancorado desde terça-feira ao largo de uma praia da província de Gaza, Sul do País, é originário de Singapura e foi “forçado” a ancorar devido ao mau tempo.
Segundo a Lusa, estas informações foram divulgadas após vários dias de especulações.
“A embarcação devia ter escalado o porto de Maputo, mas não foi possível porque eles emitiram um e-mail a pedir a entrada, só que não tiveram resposta”, afirmou à comunicação social Pelágio Duvane, delegado do Instituto de Transporte Marítimo (Intrasmar) na província de Gaza.
De acordo com Duvane, após uma inspecção realizada pela Marinha de Guerra moçambicana – após vários dias de dúvidas e incertezas pela presença do navio, sem explicação, ancorado próximo da praia -, foi determinado que não constitui perigo, tendo sido inspeccionado “sob ponto de vista militar”.
Segundo o delegado, a embarcação oriunda de Singapura foi “forçada” a atracar no oceano Índico, a cerca de três milhas (5,5 quilómetros) da costa da praia de Xai-Xai, na província de Gaza, e tem a bordo 21 tripulantes.
O navio tinha como destino Malta, país europeu localizado no Mar Mediterrâneo central.
Entre as várias informações que circularam nos últimos dias, o Intrasmar chegou a admitir na sexta-feira suspeitas de que o navio estivesse ligado às obras do Porto de Chongoene, que decorrem no distrito com o mesmo nome, mas a empresa responsável pelo projecto afirmou desconhecer a embarcação, com as autoridades agora a levantarem a hipótese de se tratar de um navio ilegal.




























































