A bolsa de Nova Iorque terminou a sessão desta segunda-feira, 7 de Julho, em terreno negativo. O Dow Jones perdeu 0,94% para 44 406,36 pontos, o S&P 500 caiu 0,76% para 6231,46 pontos, e o tecnológico Nasdaq recuou 0,92% para 20 412,52 pontos.
O mercado esteve focado na política comercial do Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, que esta segunda-feira começou a enviar cartas a todos os países afectados e indicou que as tarifas entrarão em vigor a 1 de Agosto. Os índices aprofundaram as suas quedas depois da divulgação da notícia.
Após os dois textos dirigidos às potências asiáticas, Donald Trump partilhou uma série de cartas dirigidas à Malásia, ao Cazaquistão, à África do Sul, ao Laos e a Myanmar. Estes países serão sujeitos a direitos aduaneiros que variam entre 25% e 40%.
O Presidente dos EUA ameaçou ainda impor tarifas suplementares de 10% aos países que alinhassem com as “políticas anti-América” do grupo BRICS, constituído pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Nas empresas, as acções da Tesla deslizaram mais de 6% depois de o CEO, Elon Musk, ter anunciado a criação de um novo partido político, o Partido da América, para fazer frente ao actual Presidente, o que levantou preocupações entre os investidores sobre o futuro da fabricante de carros eléctricos.
A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em Setembro terminou a segunda-feira no mercado de futuros de Londres com uma subida de 1,87%, para os 69,58 dólares.
O crude West Texas Intermediate subiu 1,54% para 68,03 dólares.
O mercado pareceu ignorar a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+), que acordou no sábado em aumentar 548 mil barris por dia (bpd) na sua produção de crude a partir de 1 de Agosto, um volume muito superior aos 137 mil bpd dos três meses anteriores e ao que os mercados esperavam.

























































