Um novo recorde e agora uma ligeira correcção. O ouro atingiu um máximo de 3357 dólares por onça, depois de o presidente da Reserva Federal (Fed) ter alertado para o impacto das tarifas na inflação.
Contudo, o metal amarelo encontra-se nesta quinta-feira (17) a perder algum terreno. O ouro cede 0,43% para 3328,67 dólares por onça.
As restrições aos chips para a Chips e a incerteza tarifária – com os seus avanços e recuos – levaram o ouro a valorizar mais de 3% esta semana, somando ganhos de 28% desde Janeiro.
“Tudo se encaminha a favor do ouro, impulsionando os preços para novos máximos”, aponta o analista Nikos Tzabouras da Tradu.com à agência Reuters, acrescentando que “embora as retracções sejam razoáveis, o metal precioso mostra-se preparado para novos ganhos com a continuação do caos comercial.”
Por sua vez, o analista Trevor Yates lembra que “a volatilidade nos mercados de acções também pode levar os investidores a aumentarem a ponderação do ouro nos seus portefólios.”
Outros metais acompanham o desempenho do ouro. A prata recua 0,83% para 32,49 dólares por onça e o cobre perde 1,70% para 465,55 dólares.
O alumínio segue o caminho inverso, mesmo depois da Goldman Sachs se ter mostrado pessimista no início da semana. A esta hora, o alumínio ganha 0,29% para 2382 dólares por tonelada.























































