O ouro está a recuar esta segunda-feira (10), enquanto os investidores pesam um cenário de recessão e um “período de transição” nos Estados Unidos da América (EUA) – posto em cima da mesa pelo próprio Presidente, Donald Trump -, e o facto de a Reserva Federal (Fed) não ter pressa para cortar as taxas de juro tão cedo, apesar de reconhecer incertezas económicas crescentes, segundo o presidente Jerome Powell, em declarações na passada sexta-feira (7).
O metal amarelo cede 0,17% para 2904,27 dólares por onça, após ter valorizado quase 2% na última semana.
“Dados económicos dos EUA mais fracos e preocupações com uma recessão aumentaram as expectativas de corte de juros, que são todas favoráveis ao ouro”, considerou Zhu Shanying, analista da CITIC Futures, em declarações à Bloomberg. Ainda assim, o ouro pode estar limitado antes que a Fed anuncie a sua próxima decisão de política monetária no final deste mês.
A pressionar o metal precioso estão ainda preocupações com uma onda de deflação na China, o maior comprador de ouro no mundo, isto depois de em Fevereiro a inflação no consumidor ter caído abaixo de zero, a primeira vez em 13 meses.



























































