O metal amarelo continua a alcançar consecutivos máximos históricos, à boleia de receios de uma guerra comercial entre os Estados Unidos da América (EUA) e a China, depois de Pequim ter retaliado ao impor tarifas sobre produtos importados dos EUA.
O ouro ganha 0,83% para 2866,25 dólares por onça, após ter chegado a tocar um recorde de 2869,74 dólares por onça.
O metal tem beneficiado da procura por activos-refúgio, dado o elevado nível de incerteza em torno das políticas do novo Presidente dos EUA, Donald Trump. A agravar os receios estão as declarações de Trump que pretende que os EUA assumam o controlo da Faixa de Gaza e reconstruam o território depois de os palestinianos serem reinstalados noutros locais.
“Quem não gosta de um activo seguro neste cenário?”, questionou Charu Chanana, estratega do Saxo Capital Markets, em declarações à Reuters. “Sem boas notícias sobre as negociações EUA-China e mais angústia geopolítica com as notícias de Gaza, o ouro vai continuar a gerar apetite, independentemente da direcção do dólar”, explicou a estratega.
No mercado cambial, a fraqueza do dólar está a dar algum impulso ao metal amarelo. O índice do dólar segue a desvalorizar 0,31% para 107,621 dólares e o euro soma 0,32% para 1,0412 dólares.



























































