Decorridos dois dias após a sua investidura, o quinto Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, no uso das competências que lhe são conferidas pela alínea b) do número 1 do artigo 159 da Constituição da República, nomeou, através de despachos separados, os membros que irão compor o seu Governo.
De acordo com o documento tornado público, depois de mais de 10 anos, Moçambique volta a ter uma mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra. Trata-se de Maria Benvinda Delfina Levi, antiga juíza e ministra da Justiça. Recorde-se que este posto já foi ocupado, em tempos, por Luísa Diogo.
A nota de imprensa avançou o nome de 12 ministros, nomeadamente, Cristovão Chume que, tal como no mandato de Filipe Nyusi, volta a ocupar o cargo de ministro da Defesa Nacional; Paulo Chachine vai para o cargo de ministro do Interior; e Maria Manuela Lucas será a titular da pasta dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.
Carla Louveira, que no antigo Governo era vice-ministra da Economia e Finanças, ocupará o recém-criado Ministério das Finanças; Inocêncio Impissa passou de vice-ministro para ministro da Administração Estatal e Função Pública.
Foi também nomeado Roberto Albino para o cargo de ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, o ex-PCA da Bolsa de Valores de Moçambique, Salim Valá, é o novo ministro da Planificação e Desenvolvimento, enquanto Estevão Pale foi indicado para o posto de ministro dos Recursos Minerais e Energia.
No documento refere-se ainda que Daniel Chapo indicou Basílio Muhate para o cargo de ministro da Economia; Américo Muchanga para o cargo de ministro das Comunicações e Transformação Digital; João Mtlombe para o cargo de ministro dos Transportes e Logística; e Ussene Isse para o cargo de ministro da Saúde.
Uma última nota para a ausência de dois Ministérios: Justiça e Cultura.
Veja o despacho Governamental com os nomes do novo executivo.





























































