Os preços do petróleo estão a corrigir ligeiramente nos principais mercados internacionais, mas ainda assim caminham para a segunda semana consecutiva de ganhos e para o maior avanço semanal desde Fevereiro.
O crude tem sido sustentado pelo recente corte de juros da Reserva Federal norte-americana em 50 pontos base e pela queda nos stocks da matéria-prima nos Estados Unidos da América (EUA), que caíram para a menor taxa num ano, na semana passada.
O Brent segue agora a cair 0,08% para 74,82 dólares por barril, mas deverá ganhar 4,3% esta semana. Já o West Texas Intermediate (WTI), de referência para os Estados Unidos, desvaloriza 0,21% para os 71,80 dólares por barril, ainda que no acumulado da semana tenha subido quase 5%.
A economia chinesa, em desaceleração, tem provocado uma fraca procura por ouro negro nos últimos meses, o que tem pressionado os preços da matéria-prima, já que a China é o maior importador.
A produção nas refinarias do país também desacelerou em Agosto pelo quinto mês consecutivo, ao mesmo tempo que o crescimento da produção industrial também sofreu um travão que fez o indicador recuar para mínimos de cinco meses no mês passado.























































