O ouro continua a brilhar nos mercados internacionais, numa altura em que os investidores aguardam pelos novos dados da inflação nos Estados Unidos da América (EUA), que vão ser divulgados na sexta-feira (26).
As expectativas são elevadas e os investidores esperam uma descida do índice de preços das despesas de consumo das famílias – considerado o indicador de inflação favorito da Reserva Federal (Fed) – de 2,6% para 2,5%. A confirmar-se, a evolução dos preços nos EUA estará mais próxima do objectivo de 2% do banco central e dará à Reserva Federal mais margem de manobra para começar a cortar as taxas de juro.
O metal amarelo avança 0,30% para 2416,87 dólares por onça. Como não rende juros, o ouro tende a valorizar com perspectivas de um alívio da política monetária.
Desde o início do ano, o ouro valorizou cerca de 16%, devido à corrida ao metal amarelo por parte de vários bancos centrais – que vêem no ouro um activo de refúgio em tempos de incerteza geopolítica e de crise económica – bem como devido às expectativas de flexibilização monetária nos EUA.
Na semana passada, o ouro atingiu máximos históricos de 2457,77 dólares por onça.



























































