O petróleo registou a sua maior subida semanal desde Abril, mas voltou a cair, com o mercado atento aos dados macroeconómicos da China. Os resultados geraram um sentimento misto entre os investidores.
Se, por um lado, o crescimento industrial abrandou em Maio, por outro, as vendas a retalho superaram as expectativas.
O Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias – cede 0,46% para 82,24 dólares por barril. Por sua vez, o West Texas Intermediate (WTI) cai 0,42% para 78,12 dólares por barril.
Desde o início de Abril, o petróleo registou uma tendência negativa devido aos sinais de oferta robusta de crude conjugado com as preocupações relativamente a uma procura potencialmente mais fraca, sobretudo da parte da China.
Uma sondagem da Bloomberg, junto de vários consultores de mercado revela que é esperado que a produção de crude na China se mantenha estável ou então caia este ano.























































