O Presidente da República, Filipe Nyusi, elogiou a qualidade do serviço prestado pelas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) no voo Maputo-Lisboa, apelando à companhia para que aumente a “ambição” nas suas operações.
“É importante encorajar a companhia de bandeira do País a enfrentar os desafios necessários para a sua internacionalização. A LAM deve manter a sua ambição e lutar por conquistas mais notáveis”, afirmou o estadista.
Estes comentários foram partilhados no sábado, 27de Janeiro, Lisboa, durante uma escala na viagem oficial para Roma, onde o chefe do Estado vai participar na Cimeira Itália-África.
A LAM regressou aos voos para Lisboa em 12 de Dezembro passado, recorrendo a um Boeing 777 de 302 lugares, resultante de uma parceria com a operadora portuguesa EuroAtlantic, ligando as duas capitais três vezes por semana. A operação de regresso da LAM ao espaço aéreo europeu custa cerca de dois milhões de dólares por mês.
A rota Maputo-Lisboa, abandonada pela companhia há quase 12 anos, faz parte do plano de revitalização da operadora, depois de a empresa sul-africana Fly Modern Ark (FMA) ter entrado na gestão da LAM em Abril de 2023 para o processo de reestruturação.
A rede de voos da companhia conta com 12 destinos no mercado doméstico e, a nível regional, voa regularmente para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, e Cidade do Cabo, enquanto Lisboa é o único destino intercontinental.
Diariamente, a LAM realiza mais de 40 voos, operados através da sua frota composta por um Boeing 737, três Q400, dois Bombardier CRJ 900 e dois Embraer 145 operados pela sua subsidiária Moçambique Expresso (MEX).























































