As bolsas europeias apontam para um arranque inalterado, um dia após o Banco Central Europeu (BCE) ter mantido os juros inalterados e ter dito que o consenso da autoridade monetária é de que “é prematuro discutir cortes de juros”.
Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 apontam para um início de sessão na linha de água.
Na Ásia, a sessão encerrou mista, num dia em que os investidores mostraram um menor optimismo quanto às medidas adoptadas por Pequim para impulsionar a economia. Na quarta-feira (24), o Banco Central chinês sinalizou planos mais alargados para levar mais liquidez a sectores de importância nacional, isto após ter baixado o rácio de reservas que os bancos são obrigados a manter.
Mas isso não foi suficiente para impulsionar fortes ganhos. O Hang Seng, em Hong Kong, cedeu 1,61% e o Shanghai Composite somou 0,14%, após três dias consecutivos com o maior “rally” desde 2022.
Os índices perdem após a Morgan Stanley ter baixado o “target” para os principais índices chineses, justificando que as dificuldades do país com a dívida, a demografia e a deflação estão entre os obstáculos à valorização em bolsa.
No Japão, o Topix deslizou 1,35% e o Nikkei perdeu 1,34%, enquanto na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,33%.
Os investidores aguardam esta sexta-feira (26) pelo indicador de inflação PCE nos Estados Unidos, que é visto como o indicador favorito da Reserva Federal (Fed) norte-americana relativamente à evolução dos preços. A expectativa é que o indicador permita obter pistas sobre os próximos passos do Banco Central, que que reunirá na próxima semana.


























































