Está em curso o processo de candidatura para a ocupação de 240 apartamentos inseridos na segunda fase da Vila Olímpica, no bairro do Zimpeto, no âmbito do acordo entre a construtora e o Fundo para o Fomento da Habitação (FFH). Concluídas em 2016, as casas estão desde então desocupadas porque a construtora exigia amortização a curto prazo.
A abertura das candidaturas aos imóveis resulta da assinatura, recentemente, do acordo de comercialização entre o FFH e a construtora charle strong Engineering and Consulting Limited, do Macau, China.
A disponibilização das casas deverá seguir dois modelos de comercialização. O primeiro com adiantamento de sinal de um milhão ou 1,5 milhões de meticais, seguido de amortização do remanescente em prestações mensais de 20 e 23 mil meticais, respectivamente, durante 20 anos.
A segunda modalidade é de venda a longo prazo sem adiantamento de sinal, pagável em prestações mensais iguais durante 20 anos. De acordo com o FFH, a adopção de modelos de prestações de curto, médio e longo prazo, visa ajustar-se à capacidade e disponibilidade financeira dos concorrentes.
O processo está aberto a jovens e funcionários do Estado que preencham os critérios de elegibilidade, nomeadamente a capacidade de endividamento e possuir um contrato de trabalho ou nomeação definitiva.
O FFH refere que caso o número de candidatos elegíveis supere o número de apartamentos disponíveis por modalidade e por variante, todos os candidatos serão submetidos a um sorteio público.
O governo desenhou o programa Habita Moçambique com o objectivo de massificar a disponibilidade de habitação para os jovens de acordo com sua capacidade de renda.
Para o alcance deste desiderato, o programa encontra-se desagregado em quatro sub-projectos, nomeadamente, conjunto habitacionais, projecto Renascer, Melhoria e de terra infra-estruturada.




























































