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projecto Mozambique LNG, liderado pela Total, deverá celebrar contratos de cerca de 2.5 mil milhões de dólares, com empresas de capitais moçambicanos ou registadas em Moçambique, durante o período de construção do empreendimento que estarão concluídas em 2024.

 A informação é confirmada em comunicado divulgado pela Total, no final de um seminário realizado esta sexta-feira com mais de 100 empresas moçambicanas, para partilhar oportunidades de negócios. As oportunidades apresentadas incluem, o fornecimento de bens e serviços nas áreas de recrutamento e formação de recursos humanos, construção, tecnologias de informação, catering, transporte, saúde, segurança e ambiente.

Participaram igualmente representantes do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), Instituto Nacional de Petróleo (INP), Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), representantes do Grupo de Conteúdo Local e diversas associações empresariais moçambicanas.

As oportunidades apresentadas incluem, o fornecimento de bens e serviços nas áreas de recrutamento e formação de recursos humanos, construção, tecnologias de informação, catering, transporte, saúde, segurança e ambiente.

As oportunidades foram apresentadas por três empresas contratadas pelo projecto, nomeadamente a CCS JV, o principal consórcio contratado para engenharia, aquisições e construção da instalação de gás natural liquefeito (“onshore”); a Van Oord, uma das principais contratadas para engenharia, aquisições, construção e instalação dos sistemas sub- -aquáticos (“offshore”); e a Gabriel Couto, contratada para a construção do aeródromo de Afungi.

O director-geral da Total em Moçambique, Ronan Bescond, defendeu ainda “maior envolvimento de empresas moçambicanas” no projeto para exploração de gás natural em Cabo Delgado. “Queremos que cada vez mais empresas moçambicanas participem no projeto Mozambique LNG, pois o desenvolvimento de conteúdo local é parte integrante do nosso modelo de negócios e responde às prioridades enunciadas pelo Governo de Moçambique e outras partes interessadas”, disse Ronan Bescond, citado numa nota de imprensas da Total.

Bescond garante ainda que “o projecto dará maior preferência às empresas moçambicanas, mas estas deverão ser competitivas, preenchendo os requisitos do projecto em termos de planificação, qualidade, quantidade e custo”, frisou o máximo responsável da Total em Moçambique, encorajando as empresas a “adoptarem parcerias para reforçar sua capacidade.”A Total lidera o consórcio que vai explorar em 2024 a Área 1 da bacia do Rovuma, norte de Moçambique, num investimento orçado em 23 mil milhões de dólares (21 mil milhões de euros).

A multinacional francesa indicou ainda que já investiu cerca de 699 milhões de dólares junto de mais de 300 empresas moçambicanas e espera adjudicar contratos de cerca de 2,5 mil milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros) a empresas de capitais moçambicanos ou registadas no país.

O projecto será o primeiro empreendimento em terra de exploração de gás natural na bacia do Rovuma, constituído inicialmente por dois módulos com uma capacidade nominal de 13,12 milhões de toneladas por ano (mtpa).

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