As perdas nos mercados de petróleo foram interrompidas com a esperança a ser relançada pela China, o principal consumidor mundial desta matéria-prima.
Os investidores esperam melhorias do lado da procura depois de o PMI – Purchasing Managers’ Index, um índice que mede o pulso à saúde económica, ter dado um grande salto no país asiático durante o mês de Março, distanciando-se do mínimo histórico atingido no mês anterior.
O barril de West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, avança 5,33% para os 21,16 dólares, invertendo a tendência da sessão anterior, que o levou a cotar em mínimos de 17 anos, abaixo dos 20 dólares. O Brent, cotado em Londres e referência para a Europa, também sobe, mas uns mais ligeiros 1,19% para os 23,03 dólares.
A pressionar as cotações de petróleo tem estado a redução da procura decorrente da cessação de várias actividades económicas em todo o mundo, como medida de contenção para o surto de coronavírus.
Embora esta preocupação alivie, mantém-se a pressão do lado da oferta, depois de a Arábia saudita ter anunciado que em maio vai haver novo reforço nas exportações.




























































